segunda-feira, 30 de agosto de 2010

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Carinhas novas na Ícone!


Já faz 1 ano...


Como o tempo passa rápido...hoje já faz um ano do falecimento do meu sogro, Seu Medeiros. Uma coisa que infelizmente comprovei é o quanto analisamos melhor a grandeza das pessoas depois que elas partem para uma vida eterna. Já admirava bastante a personalidade do meu sogro desde quando o conheci e ficava admirada, sempre que ia em Boa Hora, de como ele gostava de ajudar e como as pessoas sempre podiam contar com ele, além do respeito adquirido pelo mesmo na região. E achava muito bonito tudo aquilo. Mas no dia que ele faleceu é que pude perceber a imensidão de todas as ações dele em favor do próximo. Era tanta gente que sofria de verdade, além da família, pessoas que o tinham como um pai, como um grande amigo. E a partir daí, minha admiração cresceu ainda mais. Sei também do grande amor que o Ernandio sentia pelo pai. Sem dúvida, era e é a pessoa que ele mais ama. E não é para menos. Hoje, só posso é pedir a Deus que dê o descanso e a paz necessária para ele, que soube viver muito bem o amor ao próximo.


Fiz essa mensagem, que também é uma história de vida dele, para a missa de sétimo dia.


25 de fevereiro de 1941. Nasce Francisco Canuto de Carvalho, ou, simplesmente o “Medeirinha” (apelido que lhe foi dado devido à semelhança de personalidade com seu avô materno, conhecido por Medeira). Independência, no Ceará, foi o local escolhido por Deus, no qual Manoel Canuto e Maria Loyola deram à luz ao seu nono filho. Nessa época, também já faziam parte da família Graciano, João, Nelzim, Juvenal, Mocinha, Ivonildes, Iracy, Ilça e Marineuza. Logo em seguida, Medeirinha ganharia mais um irmão, apelidado de “Dotô” e perderia sua mãe no parto deste. Desde a sua infância, logo mostrou a que veio. Corajoso e trabalhador, ajudava seus pais e seus irmãos na criação de animais e plantações. O tempo foi passando, e Medeirinha, juntamente com seu irmão João, resolveu ir além das fronteiras do Ceará e o destino cuidou de traze-los ao Piauí, mais precisamente para trabalhar, dentre diversas outras coisas, com a venda de tecidos no povoado São João, hoje terras pertencentes ao município de Boa Hora. Assim que chegou, logo de cara, ainda em comboio, avistou uma farinhada com várias moças, do jeito que ele gostava. Proseador como era, tratou logo de se aproximar e puxar uma boa conversa. Ali também, para sua surpresa, logo uma moça lhe encheu os olhos. Era a jovem Mercedes, sua futura esposa e mãe de seus filhos, na época com apenas 13 anos. Nasceu então uma paquera e Medeirinha sempre dizia a Mercedes: “Bichinha, vou te esperar”. E ela, já interessada no sedutor rapaz, confirmava: “Pode esperar”. Um namoro escondido foi ligeiro surgiu e, de inúmeras danças e “levanta-poeiras” nos salões de festas e idas, aparentemente desinteressadas, na quitanda, nasceu um amor que nada mais poderia separar. Então, quando Mercedes completou 16 anos, os dois planejaram uma ida aos festejos de Capitão de Campos. Ali tudo se concretizaria. Como Medeirinha era avexado, casou logo mesmo, não teve jeito. Numa cerimônia para dois e poucas testemunhas aconteceu o casório. A lua-de-mel foi em alto-estilo. Tudo do bom e do melhor em Fortaleza, afinal, o noivo era afobado! Passados 5 dias desfrutando da capital cearense, foram então à Independência visitar o pai de Medeirinha e Dona Chiquinha, madrasta tão querida do jovem. Apesar do medo de que a família repudiasse a união, isso não aconteceu. Mesmo na família de Mercedes, onde comentavam que o rapaz era muito “agoniado” e que poderia fazê-la sofrer, o casamento foi aprovado. E os dois então começaram do zero a adquirir seus bens e constituir a família tão numerosa. E foi ligeiro! Logo veio a primogênita Edivândia, ainda quando o casal morava com João Canuto. Não demorou, mas agora já no novo lar, veio Erizovânia. E assim vieram mais 10: Eridian, Erinivan, Ernandia, Epitácio, Erizolândia, Eronilcia, Elizângela, Ernandio, Eroniléia...ufa...e Erionaia! Sim, foram 12! Bem farto, como tudo na vida de Medeirinha. E ainda eram para ser 13, pena que um deles faleceu ainda recém-nascido. Só para lembrar, todos os nomes, bem originais e de bom gosto, foram de autoria do pai. E eis que surge a produção de rapadura na vida da família. Aquele doce que tantas vezes fazia Medeirinha chorar durante a infância, agora começava a ser produzido em abundância. E mais: o sustento da família, em grande parte, vinha agora do “Viagra do Sertão”. E assim os filhos foram criados: com esforço, dedicação, honestidade e, claro, muita fartura. O tempo passou. Vieram netos e bisnetas e, com eles, um avô apaixonado, cuja maior alegria era vê-los reunidos, fazendo muita zuada, algazarra e, claro, ajudando-o em suas atividades. Menino preguiçoso penava! Ah, e como Medeirinha tinha prazer em ver seus filhos e netos usufruindo de seus carros, indo para festas, se divertindo. Como era bom para ele quando se reuniam todos, inclusive genros e noras, que ele também tanto amava. Enfim, como descrever em palavras Francisco Canuto de Carvalho? Amor? Generosidade? Humildade? Simplicidade? Integridade? Coragem? Responsabilidade? Sim, tudo isso o descreve com perfeição. Mas não por completo. A multidão triste que se reuniu em seu terreiro no dia em que Medeirinha partiu do estágio material para o espiritual talvez o expresse melhor. Dentre crianças, jovens, adultos e idosos, todos se reuniam em um mesmo sentimento de perda de um pai, um grande líder, um amigo, um irmão, aquele que, por diversas vezes tirava do seu bolso, do seu prato para dar a quem quer que fosse, a quem quer que precisasse. Enfim, ele era incansável e aquele ditado que diz “fazer o bem sem olhar a quem” descreve a vida dele muito bem. Partiu como sempre quis, trabalhando até o fim e sem dar trabalho a ninguém. Um mestre na arte de viver.



quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Excelente!

Final de semana e feriado em Boa Hora foi muito bom, muito bom mesmo!

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Dia dos Pais!


Como em todos os anos, fizemos uma surpresinha especial para o papai para comemorar essa data e lembrá-lo do quanto ele é importante para nós. Apesar de estar triste por outros motivos, estava feliz de poder demonstrar para o papai o que sinto junto com a Dani e a Thaly. Nesse ano, "desenterramos" uma musiquinha que havíamos cantado para ele quando éramos pequenas, ainda em São João do Piauí! Mandamos fazer também um banner com fotos de vários momentos nossos e uma mensagem sobre o que sentimos. Depois coloco o vídeo com a surpresa na íntegra aqui.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Contraste

De que vale tanto glamour na embalagem se o conteúdo é perigoso?

De que vale fazer parte de uma peça teatral quando você não quer encenar? Quando para vc tudo aquilo é muito sério e não deve ser uma mera história?

É por isso que se diz que não se deve jogar pérolas aos porcos...

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Barra Grande é tudo de bom!!!










































































Passamos esse final de semana em Barra Grande e posso dizer que me surpreendeu...na realidade, ainda não conhecíamos e ficamos impressionados de como lá é agradável, gostoso! Na turma, eu, Ernandio, Cristiano, Mônica, Simone, Antônio e mais dois casais de Água Branca. Saímos de Teresina na madrugada de sábado, para aproveitar todo o dia, e voltamos na madrugada de segunda. Ficamos hospedados no hotel BGK, um hotel tudo de bom e lindo! É pena que o atendimento ainda deixe um pouco a desejar, em termos de delicadeza e humildade. Mas isso não chegou a afetar na "qualidade" da viagem!

Outra coisa: na minha "ignorância", não imaginava que no Piauí pudesse ter um pedacinho de litoral ainda mais gostoso do que Luís Correia, mas Barra Grande superou minhas expectativas e agora passarei a recomendar também!

E é claro que não faltaram muitas fotinhas...rss

Bjo!